Se a nostalgia da candeia no moinho nos fez sonhar e recordar, o que dizer do moleiro. Homem afável, sempre disponível, e quando me falava sentia sempre um tom carinhoso na voz dele.
Talvez pela amizade que ele tinha com o meu pai, ou simplesmente porque gostava de mim, não sei muito bem, o que sei é que era sempre um prazer cumprimentar este homem.
Acácio Dias, o "Ti Acácio do Pisão", mestre na arte de transformar milho em alva farinha, conhecia a arte como ninguém.
Hoje moleiro e moinho fazem parte de gratas recordações que nos assaltam a espaços para chamar uma lágrima teimosa no canto do olho.
Boa Páscoa e mantenham-se seguros.
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