O sentimento avassalador pela perda de quem nos é próximo, mesmo emocionalmente, é de tal forma um sentimento único, que ainda terão que se inventar palavras para o descrever.

O enorme peso no peito, misto de aterrador sentimento e de lancinante dor, percorre tudo em nós como um veneno, indiscritível não porque nos vem do corpo, mas porque é a alma em sofrimento.

Então quando se trata de uma vida jovem, o sentimento é exponencialmente acelerado que nos deixa incapazes de reagir.

Mas é nos momentos mais impensáveis, que somos assaltados por perguntas cujas respostas, ou nunca as teremos, ou se as tivermos nada nos dizem.

A Sara é um desses casos onde a pergunta nos assalta a cada instante:

Porquê?

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