"O problema efetivo do concelho de Pampilhosa da Serra é o da perda constante e extremamente preocupante da sua população, já não é um problema conjuntural (deixou de o ser em 1981), hoje o problema é estrutural e infelizmente ao concelho de Pampilhosa da Serra, irá acontecer mais década, menos década, a triste situação a de ter de ser agregado a um outro qualquer município com pelo menos maior capacidade económica e capacidade de fixação de população."


O Professor Anselmo Gonçalves há muito que dispensa apresentações na região de Pampilhosa da Serra. Polémico e assertivo, com inúmeros artigos técnicos publicados, tem uma visão sobre o concelho de Pampilhosa da Serra nem sempre coincidentes com quem gere os destinos da vila serrana.

Afastado da Assembleia Municipal temporariamente, regressou aos trabalhos no dia 1 do corrente mês de junho, por despacho do senhor Presidente da Assembleia Municipal exarado em 22 de maio de 2020, após cumprida a lei geral e o Regimento da Assembleia Municipal de Pampilhosa da Serra, e auscultada a Assembleia geral em dia de sessão da Assembleia Municipal.


SerrasOnline News - Pode falar-nos um pouco das razões que levaram ao seu afastamento temporário?

Anselmo Gonçalves – Com certeza, após a conclusão do meu doutoramento em 2015 coloquei a mim próprio uma questão: ou continuo a investigar ligado a um Centro de Investigação, ou pura e simplesmente acabaria aqui o meu percurso académico, o que para um adulto habituado há longos anos à investigação não seria uma decisão fácil. Eis que em 2018 começam a surgir as questões ligadas à exploração do Lítio e de minerais raros, também conhecidas por “terras raras”. Vi nesse tema a oportunidade de investigar agora não os Impactes ambientais provocados por minas subterrâneas, mas sim as minas a céu aberto, com impacte direto na nossa região no caso a “ARGEMELA”, ali, logo ali junto ao Barco e a Silvares e Lavacolhos, terras do concelho da Covilhã e do Fundão, e o que me liga a este caso? O Rio Zêzere, o miserável rio Zêzere, eis então que surgiu a possibilidade de fazer um Pós Doutoramento ligado a esta temática, por isso, solicitei a suspensão de mandato por seis meses, para realizar a parte teórica e alguma prática. Bem sabemos o que se passou a partir do início de março de 2020 com a Pandemia Covid 19, tudo fica suspenso, não existência de aulas, a não permissão de visitas a minas (Gonçalo-Guarda), e pedreiras a céu aberto disseminadas um pouco por toda a região centro e norte. Posto isto entendi antecipar em cerca de dois meses o meu regresso, não que sem antes solicitasse ao Senhor Presidente da Assembleia Municipal a análise legal dessa minha vontade.

SerrasOnline News - E qual foi o parecer do Senhor Presidente da Assembleia Municipal?

A .G. – Em primeiro lugar, foi de extrema cordialidade, disponibilizou-se de imediato a acionar caso fosse necessário o gabinete jurídico da autarquia para analisar a situação, solicitou que lhe enviasse o mais rápido que me fosse possível o pedido de reintegração na Assembleia Municipal, assim fiz, o Presidente da Assembleia Municipal teve o cuidado de após analisado o teor da minha solicitação levar o meu pedido à Assembleia Municipal, visto que esta tinha de se manifestar acerca desta minha solicitação. Foi o que aconteceu e não existindo nenhum entrave, foi aprovada a minha reintegração, na Assembleia Municipal. Tenho a referir que o senhor Presidente da Assembleia Municipal teve a delicadeza de me comunicar no dia seguinte à votação a decisão da Assembleia Municipal. Não se agradece o cumprimento de um ato legal, mas nos tempos que correm agradeço a proficiência do Senhor Presidente da Assembleia Municipal.

SerrasOnline News - Recuando um pouco no tempo. A quem coube a decisão de escolher o nome para o substituir como Deputado Municipal?

A .G. – A decisão é tomada na constituição das listas dos partidos, aquando da entrega das mesmas no Tribunal, os candidatos são elencados por ordem decrescente, (não da sua importância como pessoa), mas, na maior parte das vezes por se saber movimentar no meio político local.

SerrasOnline News - Foi pacífica essa decisão?

A .G. – Não me apercebi em tempo algum que tivesse merecido qualquer recusa, aliás nunca ninguém me fez chegar qualquer mal-estar, lembro ainda que não faço parte da Comissão Concelhia do Partido Socialista, o lugar a que concorri nas listas em 2017, deve-se ao facto de ter sido convidado pelo Presidente da Federação Distrital de Coimbra do Partido Socialista, aliás já no passado, (mesmo em eleições autárquicas às quais eu nem sequer fui candidato) este elemento fez parte das listas do Partido Socialista.

SerrasOnline News - O elemento que o substituiu, deu nas vistas nas Redes Sociais, por apoiar políticas antissistema, e defender ideias consideradas pouco coincidentes com o seu partido. Que comentário lhe ocorre?

A .G. – O primeiro comentário é que não frequento as redes sociais, já as frequentei, e desisti, tudo destila ódio, inveja e maldizer, portanto não me posso pronunciar sobre o que não conheço.

SerrasOnline News - Agora regressado de vez, é expectável termos o professor interventivo como no passado?

A .G. – Com certeza, atento, e como sempre interventivo, sei que muitos não gostam, é como voltar a colocá-los numa espécie de  “batedor de ovos, e esses alguns gostam pouco de muitos abanos.

SerrasOnline News - Quando fala em abanos refere-se a discordarem das suas posições?

A .G. – Claro, por ser incómodo e por vezes terem a perceção que sei demais.

SerrasOnline News - Mas estamos em democracia, não será saudável uma voz discordante?

A .G. – Deveria ser assim em todo o país e no meu concelho, mas não, é tão simples como isso. Lembro uma velha questão que o meu falecido pai teve comigo: "Filho pára com isso que não quero que te aconteça nada de mal".  Em 1985/86, estudante finalista da Universidade, envolvido em preocupações ambientalistas fundamentadas e já preocupado com o aumento desmesurado de plantações de eucaliptos no concelho de Pampilhosa da Serra em especial nas freguesias do Cabril, Janeiro de Baixo e Pampilhosa da Serra, escrevi para jornais à data (Jornal de Arganil, Comarca de Arganil, Diário de Coimbra) que me trouxeram algum protagonismo, mas o meu pai tinha razão, porque lhe tinham telefonado a dizer: “Manuel Casimiro ou calas o teu filho, ou vais buscá-lo um dia destes a uma estrada”. Vivi sempre com este receio, mas nunca deixei de denunciar o que achava que devia, e continuo a fazê-lo.

SerrasOnline News - Certamente terá já delineado um conjunto de temas para as suas próximas intervenções. Que áreas gostaria de discutir na Assembleia Municipal?

A .G. – A forma como a autarquia pensa e irá intervir nas praias fluviais do concelho tendo em conta as diretivas da DGS – Direção Geral de Saúde sobre o COVID – 19 e as regras a serem aplicadas nesses espaços;

A questão que muito me preocupa que é o problema APIN – Empresa Intermunicipal de Ambiente do Pinhal Interior, (como sabem fui o único deputado municipal a votar contra a adesão do município a este sistema) e a recente tomada de posição de um outro município que a compõe (compunha), a forma periclitante como esta Empresa iniciou o seu mandato, que demonstra nesta primeira fase um amadorismo confrangedor;

Sempre o Rio Zêzere como preocupação, e em especial conhecer o que a Freguesia de Dornelas do Zêzere poderá informar da qualidade das águas à população que frequenta a sua belíssima piscina, aliás uma obra muito bonita merecedora de melhor água.

SerrasOnline News- Numa situação específica, como é o caso da água e resíduos urbanos, defende a permanência de Pampilhosa da Serra na APIN?

A .G. – Nesta questão em particular, respondo com algo que o Senhor Presidente da autarquia referiu: se o município de Pampilhosa da Serra não aderisse a este sistema, seria altamente prejudicado, não poderia concorrer a apoios comunitários para resolver os problemas que existem. Muito bem, questiono-me se os outros municípios que não quiseram fazer parte de nenhum sistema também serão prejudicados. Em torno de Pampilhosa da Serra, Oleiros optou por manter o sistema municipal, e questiono, porquê que dentro da APIN, concelhos que dele fariam parte optaram por se manterem fora deste sistema (Arganil e Miranda do Corvo) e agora Penacova, então estes concelhos irão ser altamente penalizados, será mesmo assim?

SerrasOnline News - Porquê essa postura?

A .G. – Esta é, e deveria ser, a postura de qualquer cidadão interessado e empenhado no desenvolvimento do seu concelho, existem sempre caminhos alternativos para atingir o mesmo fim, sei que os obstáculos e os escolhos serão sempre maiores para quem resiste e para quem livremente expressa as suas ideias, mas digo a muitos Pampilhosenses que me interpelam e me questionam “Senhor Professor “eles” não dão hipótese, eu respondo como sempre respondi, o voto sempre foi “secreto” se o senhor quiser transforme-o no seu descontentamento.

SerrasOnline News - Que solução, no seu entender, seria a mais vantajosa para o Concelho de Pampilhosa da Serra?

A .G. – Nunca da forma precipitada como foi feita. Salvaguardando as devidas distâncias o Reino Unido só solicitou a adesão à C.E.E – Comunidade Económica Europeia depois de verificar que esta estava segura, em andamento e que gerava riqueza. Para um concelho como o nosso exigia-se a aplicação do velho ditado “Prudência e Caldos de Galinha Nunca Fizeram Mal a Ninguém”.

SerrasOnline News - Salvaguardando as devidas distâncias como diz, o Reino Unido, também foi o primeiro a abandonar o barco. Numa situação idêntica não seria altamente prejudicial para Pampilhosa da Serra fazer parte da APIN depois de o sistema já estar todo montado e afinado?

A .G. – Volto a frizar que a Pampilhosa da Serra, concelho dos menos desenvolvidos do país, com profundos problemas a nível económico e social, situa-se  entre os 270 e os 308 (salvo números mais recentes) municípios do país, deveria ter uma atuação mais cautelosa em aspetos que envolvam uma tomada de decisão deste nível de grandeza, por isso é que eu com a devida distância, (assuntos diferentes) entendi defender que a autarquia não deveria entrar já neste sistema  mas com inteligência e  perspicácia  aguardar o momento certo para aderir.

E já agora, respondendo à questão  o sistema não estava nem montado nem  afinado calma, nem um nem o outro. Desculpem mas de montado nada e de afinado não tem nada. Ninguém neste momento consegue aferir o que quer que seja, agora não pagam, amanhã pagam depois de amanhã tem um valor a descontar no dia seguinte, o que é isto? Além disso ninguém atende o numero disponibilizado, tentei o contacto duas vezes para tentar uma resposta sobre a cobrança da água na minha casa em Souto do Brejo e das duas vezes o que obtive foi silêncio, dá-me ideia que esta APIN, não funciona, não tem funcionários (colaboradores-é mais bonito), nada funciona naquela máquina, está emperrada, e tenho dúvidas que a consigam olear, para funcionar nos mínimos.

 SerrasOnline News - Recentemente, num artigo de opinião, foi exposto, o muito que falta fazer, para resolver os danos provocados pelos incêndios de 2017. Como Deputado Municipal que comentário lhe merece esta situação?

A .G. – Falta de facto muito, desde logo uma verdadeira política municipal de ordenamento florestal, faz-se o que se pode e o que se pode, fica-se pelo muito pouco, os eucaliptos continuam a ser plantados, os terrenos a ser arroteados e preparados para novas plantações, apresenta-se este concelho em termos turísticos e bem, mas esquece-se o Plano de Pormenor da Barragem de Santa Luzia e o que estava para lá destinado, é uma tristeza, quem vem ao nosso concelho o que vem ver são as serras carregadas de material lenhoso queimado, a fornecer mais combustível para um próximo incêndio, as estradas Nacionais carregadas de material a entrar já nas estradas com constantes quedas de arvores queimadas a interromper o transito ou a criar limitações temporárias de movimentos é este o panorama, ainda assim faz-se um esforço de limpeza de algumas vias, mas, há sempre um mas, a população da Pampilhosa da Serra, a que aqui vive (365 dias+1 de quatro em quatro anos) é que merecia mais atenção.

SerrasOnline News - Pampilhosa da Serra está preparada para a nova época de incêndios?

A .G. – Não conheço o Plano de intervenção para os incêndios florestais, a prevenção continua a ser a solução, mas não passa de um palavrão, o que dá gozo é gastar dinheiro no ataque às chamas, aliás essa é uma doença de que sofre não só o nosso concelho mas todos os concelhos a nível nacional, incluindo os sucessivos governos que foram passando pelo Terreiro do Paço.

SerrasOnline News - O que pode ainda ser feito, para minorar a actual realidade?

A .G. – O problema efetivo do concelho de Pampilhosa da Serra, é o da perda constante e extremamente preocupante da sua população já não é um problema conjuntural (deixou de o ser em 1981), hoje o problema é estrutural e infelizmente ao concelho de Pampilhosa da Serra, irá acontecer mais década, menos década, a triste situação a de ter de ser agregado a um outro qualquer município com pelo menos maior capacidade económica e capacidade de fixação de população.

SerrasOnline News - Acredita que o concelho de Pampilhosa da Serra não sobrevirá?

A .G. – Eu pessoalmente gostaria muito de acreditar que sobreviverá.  Não podemos esquecer  que em 2012 com a famosa lei Relvas por imposição da TROYKA os concelhos com menos de 10.000 habitantes estiveram por um triz para desaparecer, na altura por proposta do governo e do ministro Relvas e do seu secretário de Estado (ex-presidente da Câmara de Penela) conseguiu-se resolver este problema anexando freguesias, que foi o que foi implementado no nosso concelho  em que o Machio foi anexado à Portela do Fojo e o Vidual anexado a Fajão. Mas com honestidade e frontalidade a curto médio prazo (2 a 5 anos) o país vai ter de decidir sobre esta temática, na certeza porém que outros municípios começarão a reivindicar valores do orçamento de estado que estão a ser entregues a municípios com uma população inferior a muitas da freguesias deste pais. Veremos nos próximos anos.

SerrasOnline News - Na sua opinião o que seria necessário, que não está a ser feito, para inverter a possibilidade de desaparecimento do concelho?

A .G. – Como disse, a Pampilhosa da Serra pelo que li e leio tem muita massa cinzenta oriunda deste município, fora (Lisboa, Porto, Coimbra e até em cidades como Paris, Bordeus, com poder económico) poucos ou nenhuns têm tido uma atuação visível em benefício do nosso concelho, aliás este concelho teve grandes nomes com influência na “Velha Senhora” e o que é que o concelho beneficiou? Também é verdade que “À mulher de César não basta ser, é preciso parecer”. Posto isto o município por mais boas intenções mas sem soluções e milhões gastos trilha um caminho paulatinamente para o fim.

SerrasOnline News – Futuro, o que podemos contar para o futuro? Com uma equipa da sua confiança, e um bom projecto, aceitaria, se lhe fosse proposto, candidatar-se à CMPS?

A .G. – Nunca disse que não, sei avaliar em cada momento o meu tempo, e esse está a terminar.

SerrasOnline News – Têm ideias e projetos que possam inverter a desertificação que se verifica no interior, nomeadamente no nosso Concelho?

A .G. –Tenho ideias, mas não as divulgo, em 2005 na campanha do PS lançamos uma ideia para a área da Saúde para todos (criar uma carrinha que fosse a todas as freguesias) levando médico e enfermeiros às sedes de freguesias. Na altura o PSD na sua proposta eleitoral nada constava e nós, o P.S avançou com esta proposta  de ter uma carrinha da saúde, e o PSD silenciou, pois claro hoje qual é a carrinha que vemos circular  na vila e no concelho? Claro que alguém se aproveitou da ideia de alguém (2005).

Defendi claramente a instalação de uma Escola Técnico Profissional em Pampilhosa da Serra, na altura um então Presidente da autarquia entendeu lançar a ideia e o esforço de aqui instalar um polo do Instituto Politécnico de Leiria, perdemos aqui, tudo, a Pampilhosa da Serra, não tinha estruturas nem capacidade para albergar um polo do IPL, enfim, esta foi uma tentativa mal direcionada, se o fosse para a Escola Profissional, provavelmente teríamos tido oportunidades, e hoje estarmos com uma situação estável em termos de estudantes e jovens formandos;

Mas como disse neste momento a autarquia “per si”, não tem condições de inverter esta situação, que como afirmei é estrutural, o que temos:

A autarquia maior empregadora – não é essa a sua função;

A Santa Casa de Misericórdia a Associação de Solidariedade de Dornelas e a Cáritas, são os empregadores sequenciais, a Pampilhosa da Serra está assim sem qualquer vento ou lufada de ar fresco que altere este panorama, e insistem denodadamente a aplicar todos os seus esforços e capacidade financeira em torno de atividades efêmeras que trazem algum lucro imediato, mas sem sustentabilidade, e é dessa que precisamos.

SerrasOnline News – Em termos de divulgação do nosso concelho já muito foi feito, na sua opinião o que se poderia fazer mais para lhe dar mais visibilidade, nomeadamente a nível internacional?

A .G. – Lembro-me bem que um Jornal semanário há muitos anos atrás (década de 90 do século XX), trazia uma notícia “Tony Coelho” antigo senador Americano (alias foi Comissário geral dos EUA, na EXPO-98 em Lisboa) irá investir milhões de dólares em fazer deslocar turistas americanos para o concelho de Pampilhosa da Serra, e nesta reportagem lembro-me bem que a foto que ilustrava a notícia era a barragem de Santa Luzia, não sei qual foi o interesse daquela notícia, sei que nada trouxe ao concelho e pura e simplesmente esboroou-se na bruma dos tempos. Os turistas que interessam à Pampilhosa da Serra têm de ser detentores de capital, apreciadores dos bons espaços (terão de existir), têm de ser cultos para conhecer o nicho de mercado, têm de ser admiradores da natureza porque essa existe, têm de ter consciência ecológica e de respeito pelos outros, têm de ser acima de tudo portugueses. Se o município e as autoridades Regionais de turismo, têm dificuldade de vender o interior aos turistas estrangeiros, não pode ser o município sozinho a fazer esse trabalho, o nosso mercado tem de ser o português.

Daqui podemos depreender que o turismo nunca foi, nem será, a galinha dos ovos de ouro, tem de ser perspetivado numa cadeia de produtos de maior valor acrescentado (Hotel, Residenciais de qualidade, Restaurantes com duas linhas de atendimento, locais a visitar devidamente sinalizados e acompanhados por técnicos de turismo, bares de qualidade, locais de diversão noturna, é que o turista que procura estes espaços do interior vêm para dormir e descansar mas gostam de sair à noite, Centro de Saúde devidamente equipado), ou seja são estas infraestruturas que dinamizam a economia do turismo a ser implementada no concelho, logo cada uma por si, não acrescenta valor.

SerrasOnline News – Queria deixar algum recado para os Pampilhosenses em geral?

A .G. – Aos que cá residem na Pampilhosa da Serra, como eu “vamos acreditando”, porque se dá mais a quem vem de fora, e afinal somos nós que por cá vamos ficando, trabalhando e cá pagando os nossos impostos, que deveríamos ser o alvo da atenção do poder, seria justo sermos mais ouvidos.

 

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